sexta-feira, 29 de abril de 2011

Capacitação de professores na Escola Estadual Sandoval de Azevedo

 As professoras Graça Justi e Maria Aparecida repassam aos colegas,  professores do 1º turno, o curso de capacitação do qual participaram.



  Maria Aparecida e Graça Justi prepararam materiais para a apresentação e os colegas colocaram em prática realizando atividades em grupos.




Postagem e texto: Joyce Pianchão

A prática na Escola Estadual Sandoval de Azevedo


A turma da Professora Rose, no 1º turno, da Escola Estadual Sandoval de Azevedo, na sala de aula.


A sala de aula organizada de maneira a estimular o aprendizado.


A turma em outros espaços, utilizando outros recursos pedagógicos.




A professora Rose e a sua turma sabem que brincando também se aprende.

Postagem e texto: Joyce Pianchão

terça-feira, 26 de abril de 2011

CRÔNICA - PÁSCOA



- Papai, o que é Páscoa?
- Ora, Páscoa é... bem... é uma festa religiosa!
- Igual ao Natal?
- É parecido. Só que no Natal comemora-se o nascimento de Jesus, e na
Páscoa, se não me engano, comemora-se a sua ressurreição.
- Ressurreição?
- É, ressurreição. Marta, vem cá!
- Sim?
- Explica pra esse garoto o que é ressurreição pra eu poder ler o meu jornal.
- Bom, meu filho, ressurreição é tornar a viver após ter morrido. Foi o
que aconteceu com Jesus, três dias depois de ter sido crucificado. Ele
ressuscitou e subiu aos céus. Entendeu?
- Mais ou menos... Mamãe, Jesus era um coelho?
- O que é isso menino? Não me fale uma bobagem dessas! Coelho! Jesus
Cristo é o Papai do Céu! Nem parece que esse menino foi batizado! Jorge,
esse menino não pode crescer desse jeito, sem ir numa missa pelo menos aos
domingos. Até parece que não lhe demos uma educação cristã! Já pensou se
ele solta uma besteira dessas na escola? Deus me perdoe! Amanhã mesmo vou
matricular esse moleque no catecismo!
- Mamãe, mas o Papai do Céu não é Deus?
- É filho, Jesus e Deus são as mesmas coisas. Você vai estudar isso no
catecismo. É a Trindade. Deus é Pai, Filho e Espírito Santo.
- O Espírito Santo também é Deus?
- É sim.
- E Minas Gerais?
- Sacrilégio!!!
- É por isso que a ilha de Trindade fica perto do Espírito Santo?
-Não é o estado do Espírito Santo que compõe a Trindade, meu filho, é o
Espírito Santo de Deus. É um negócio meio complicado, nem a mamãe entende
direito. Mas se você perguntar no catecismo a professora explica tudinho!
- Bom, se Jesus não é um coelho, quem é o coelho da Páscoa?
- Eu sei lá! É uma tradição. É igual a Papai Noel, só que ao invés de
presente ele traz ovinhos.
- Coelho bota ovo?
- Chega! Deixa-me ir fazer o almoço que eu ganho mais.
- Papai, não era melhor que fosse galinha da Páscoa?
- Era... era melhor, sim... ou então urubu.
- Papai, Jesus nasceu no dia 25 de dezembro, né? Que dia ele morreu?
- Isso eu sei: na Sexta-feira Santa.
- Que dia e que mês?
- (???) Sabe que eu nunca pensei nisso? Eu só aprendi que ele morreu na
Sexta-feira Santa e ressuscitou três dias depois, no Sábado de Aleluia.
- Um dia depois!
- Não três dias depois.
- Então morreu na Quarta-feira.
- Não, morreu na Sexta-feira Santa... ou terá sido na Quarta-feira de
Cinzas? Ah, garoto, vê se não me confunde! Morreu na Sexta mesmo e
ressuscitou no sábado, três dias depois!
- Como?
- Pergunte à sua professora de catecismo!
- Papai, porque amarraram um monte de bonecos de pano lá na rua?
- É que hoje é Sábado de Aleluia, e o pessoal vai fazer a malhação do
Judas. Judas foi o apóstolo que traiu Jesus.
- O Judas traiu Jesus no sábado?
- Claro que não! Se Jesus morreu na Sexta!!!
- Então por que eles não malham o Judas no dia certo?
- Ui... - Papai, qual era o sobrenome de Jesus?
- Cristo. Jesus Cristo.
- Só?
- Que eu saiba sim, por quê?
- Não sei não, mas tenho um palpite de que o nome dele era Jesus Cristo
Coelho. Só assim esse negócio de coelho da Páscoa faz sentido, não acha?
- Ai, coitada!
- Coitada de quem?
- Da sua professora de catecismo!
Autor: Luiz Fernando Veríssimo













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sábado, 23 de abril de 2011

Semana da alimentação

  

A professora Shirley, com a sua turminha do 1º ano, do 2º turno, da Escola Estadual Sandoval de Azevedo, como culminância da semana da alimentação, confeccionou várias frutas em papel.
Mas as frutas não ficaram só no papel. Vejam! Na sala de aula tem abacaxi, pera, banana, mamão...
A turminha pode comparar seus desenhos com as frutas verdadeiras. Viram as formas, cores e o cheirinho de cada uma.
Agora é fazer uma bela salada de frutas e saboreá-las, não é mesmo?
Para que tudo isso? 
Para levar toda essa sensação de cores, formas, cheiros e sabores para casa e pedir a mamãe,o papai, a vovó, quem estiver por lá:
Queremos frutas! Queremos frutas!
Elas são bonitas, coloridas, cheirosas, gostosas e saudáveis, não é turminha?








Postagem e texto: Joyce Pianchão.

sexta-feira, 4 de março de 2011

Para pais e educadores


A IMPORTÂNCIA DOS CONTOS DE FADAS, DAS FÁBULAS E DAS LENDAS NO DESENVOLVIMENTO LÚDICO E CULTURAL DAS CRIANÇAS
por: Patricia Alves dos Santos. 27/02/2011


Ouvir muitas, muitas e muitas histórias é importante para a formação de qualquer criança. Escutá-las é o início da aprendizagem para ser um leitor, e ser leitor é ter um caminho infinito de descobertas e de compreensão do mundo.
Os Contos de Fadas, têm se perpetuado há milênios, principalmente através da tradição oral. Pode-se dizer que os contos de fadas reinterpretam questões como: conflitos, valores, amores, medos, dificuldades, sofrimentos e carências. Misturando realidade e fantasia, preparando as crianças para a vida, através da demonstração de que passamos por momentos difíceis para chegar aos bons. Este gênero textual interfere na imaginação infantil, auxiliando no seu desenvolvimento através do ensinamento de que se deve persistir em busca de seus objetivos, mesmo enfrentando situações complicadas, também auxilia no aprendizado de valores e na diferenciação entre o bem e o mal.
As Fábulas (do latim fari = falar; do grego Phao = contar algo) referem-se a pequenos textos com duas partes: história e moral. Nas fábulas é comum a humanização dos animais, personagens que vivenciam a história com o objetivo de transmitir algum ensinamento moral. Este gênero textual interfere, principalmente, na formação cultural da criança, pois as fábulas sempre mostram quais os comportamentos mais aceitos e adequados para se viver em sociedade. Ao se trabalhar com este gênero textual, devemos tomar cuidado, pois as fábulas podem trazer um caráter acrítico e descontextualizado em relação aos objetivos de uma educação progressista, pois podem vir carregadas com as concepções hegemônicas da sociedade, reproduzindo também seus preconceitos, anacronismo e provincianismos.
As Lendas são tradicionalmente de comunicação oral, fruto da imaginação das pessoas em busca de esclarecimento de fatos, histórias que misturam realidade e ficção a fim de se explicar o desconhecido. Este gênero textual envolve muita ludicidade. No imaginário infantil sempre fica a dúvida, se o conto é real ou não, interferindo com o psicológico e com a preparação para enfrentar o desconhecido.
Quanto maior a presença dos diferentes gêneros textuais na infância, melhor será o desenvolvimento da criança e a sua formação cultural e lúdica, as histórias auxiliam na mediação de conflitos e preparam melhor para uma vida adulta, e também na formação de leitores críticos que busquem compreender melhor os diferentes aspectos da realidade.